Publicado por: hipoglicemico | Abril 1, 2008

four minutes

four minutes

Time is waiting
We only got 4 minutes to save the world
No hesitating
Grab a boy, grab a girl
Time is waiting
We only got 4 minutes to save the world
No hesitating
We only got 4 minutes, 4 minutes

Eu daria um subtítulo para o novo single da madonna: four minutes (to get disappointed).

Levando em conta que o primeiro single de um álbum é a provável melhor faixa, posso dizer que pela primeira vez na vida eu não estou ansioso pelo novo trabalho dela. Nem eu, nem o crítico da entertainment weekly.

 

É um pouco triste, já que desde que eu me entendo por gente, cada single de lançamento de um álbum da madonna, era um evento que servia para atiçar mais ainda a expectativa que todos tinham (tem).

 

 

Four minutes é medíocre do começo ao fim. Começando com aquela “intro” tipicamente timbaland (e porque não começaria?), passando pelo refrão preguiçoso e bobo, que em nenhum momento dá vontade de cantar junto (saudade de hung up já!), até o final com mais uma participação desnecessária do produtor queridinho do mundo pop.

Justin não compromete, e assim como o resto, não empolga. Madonna canta, mas não muito… Como alguém já disse, é timbaland/justin demais e madonna de menos…

 

 

A justificativa de enveredar pelo hip hop porque ela quer alcançar mais o público americano que esnobou seus últimos álbuns, não confere. O subestimado american life não foi bem em lugar nenhum (a não ser na frança), mas confessions on a dance floor teve uma repercussão excelente, e (mesmo sendo boicotado pelas rádios) vendeu quase tanto quanto a bola da vez, nelly furtado, que teve uma penca de singles de muito sucesso. Hung up e sorry já estão no (in)consciente coletivo, e claramente se tornarão clássicos (uma vez que clássico é um conceito que precisa de tempo).

 

 

E four minutes? Se fizer sucesso, o que depois de apenas uma semana de lançamento já indica, entra prá lista de mais um sucesso de madonna, porém sem o menor brilho, sem aquela sensação de ficar na história. Porque uma coisa que a carreira de madonna comprova é que pop para ela nunca foi sinônimo de descartável, ao contrário da maioria das coisas com a carimbo de timbaland. Pussycat Dolls? Alguém?

 

 

Mesmo não torcendo contra, afinal o que melhor toca nas rádios hoje em dia? Um possível fracasso de four minutes, me deixaria mais aliviado, provando que eu não sou a única pessoa com senso crítico no planeta.

 


Respostas

  1. Bom, posso concordar e discordar de alguns pontos, mas no final das contas eu gostei da música. Vamos ver o resto do cd como vai ser…
    A outra “The beat goes on” é bacana também.

  2. olha, o primeiro single é uma apresentação do álbum, da sonoridade nova. o segundo single é que é considerado o “melhor” tanto pra ter retorno comercial quanto pro sucesso “artístico”.

    isso não quer dizer que haja primeiros singles melhores que os segundos. hung up, pra mim, é melhor que sorry.

  3. Edu, você acabou de criar esse conceito de que o segundo single é o melhor. haha na verdade, quando eu falei sobre o primeiro single ser o melhor, eu quis dizer mais comercial, uma vez q o “melhor” é só uma opinião.

    e acho que faltou um “não” no seu comentário sobre hung up né?

    Ramon,the beat goes on é boa, e diiiiizem que a versão do álbum é melhor.

  4. não inventei não. já me passaram um texto sobre isso há um tempão. não guardei e nunca consegui achar.

    o problema de falar que algo é “melhor” é que ele é usado como sinônimo de “gostei”. banalizaram a palavra.

    não, hung up é melhor que sorry mesmo. e preguiça de explicar. hehe

  5. é q a frase faria mais sentido assim:
    isso não quer dizer que NÃO haja primeiros singles melhores que os segundos. hung up, pra mim, é melhor que sorry.

    óbvio que hung up é melhor.

  6. ah tá. isso. :P


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